quarta-feira, 21 de abril de 2010

A FISIOTERAPIA COMO ESTIMULAÇÃO PRECOCE EM PACIENTES PORTADORES DA SÍNDROME DE DOWN.

Esta pesquisa tem como objetivo, reunir importantes informações sobre a síndrome de Down, também conhecida como Trissomia do 21, esta que não deve ser considerada uma doença, mas sim uma alteração genética que ocorre por ocasião da formação do bebê, no início da gravidez, sendo na maioria das vezes em casos de mães com idade acima de 35 anos, apesar de ser tão difícil o número de artigos confiáveis que se encontra na internet.
A estimulação precoce de um profissional fisioterapeuta fará com que a criança alcance objetivos como ganho na amplitude de movimento, coordenação globais, melhora da motricidade fina, otimização do alinhamento postural e dos movimentos do corpo, aumento da força muscular, além de algumas prevenções que são importantes para a vida diária conforme encontrado em livros e artigos.
A partir desta pesquisa tem-se a hipótese de que está cada vez mais crescendo o número de estudos voltados para a síndrome de Down, sendo assim, é possível obter um diagnóstico com mais facilidade, além de outras finalidades que uma revisão bibliográfica pode oferecer, nunca deixando de abordar estudos específicos.

A IMPORTÂNCIA DO FISIOTERAPEUTA PARA O PACIENTE OBESO COM HIPERTENSÃO ARTERIAL

A obesidade é uma doença na qual a reserva natural de gordura aumenta até o ponto em que passa a estar associada a certos problemas de saúde ou ao aumento da taxa de mortalidade. Está associado ao aumento de energia no corpo e a diminuição do gasto de energia. Dados do inquérito de orçamentos familiares, realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2003, indicam de mais de 40% dos brasileiros apresentam sobrepeso ou são obesos. Nos Estados Unidos, o número proporcional de mortes por doenças cardiovasculares vinha diminuindo gradativamente até a década de 90. Apesar de todos os avanços médicos estes índices têm se mantido estáveis nos últimos anos.
Isso também é conseqüência da “mcdonalização...onde as comidas tradicionais vem sendo atropeladas pelos fast-food.
A questão é: o que nos leva a ingerir mais calorias do que gastamos? Ralph Norgren, cientista comportamental da Universidade da Pensilvânia, tem uma resposta. “Quando as pessoas comem suas comidas preferidas, o nível de dopamina e serotonina em seus cérebros aumenta e isso lhes dá uma sensação de prazer. O consumo de drogas como cocaína e heroína causa essa mesma reação”.
Algumas doenças podem causar obesidade ou a tendência a ganhar peso. Essas incluem hipotireoidismo, síndrome de Cushing, depressão e certos problemas neurológicos que podem levar a comer demasiadamente. Ainda, medicamentos como esteróides e alguns antidepressivos podem causar ganho de peso.
Apesar de controvérsias que por muito tempo persistiram, estudos mais recentes têm demonstrado uma clara relação entre excesso de adiposidade e aumento da mortalidade. Principalmente nos países industrializados, a obesidade tem se mostrado diretamente associada a algumas das principais causas de morte, como a doença cardíaca, certos tipos de câncer, acidente vascular cerebral e aterosclerose. De acordo com varios estudos, a mortalidade associada à obesidade decorre de lesões no sistema vascular. Essas lesões, que favorecem a ocorrência de eventos cardiovasculares, se devem ao fato da obesidade estar diretamente associada a condições tais como dislipidemia, hipertensão arterial, intolerância à glicose e hipertrofia ventricular esquerda. O excesso de peso tem uma maior probabilidade de provocar um acidente vascular cerebral ou doença cardíaca, mesmo na ausência de outros fatores de risco. A obesidade exige um maior esforço do coração além de estar relacionada com doença das coronárias, pressão arterial, colesterol elevado e diabete. O coração realiza um trabalho maior, com isso vai hipertrofiando o músculo cardíaco, que se dilata e fica mais fraco com o tempo, aumentando os riscos de um ataque.
Indivíduos obesos hipertensos apresentam alterações hemodinâmicas que se caracterizam por aumento da atividade do sistema nervoso simpático, redução da atividade da renina plasmática, expansão do volume plasmático, débito cardíaco elevado e resistência vascular periférica diminuída. A presença de hipertrofia cardíaca, condição de maior morbi-mortalidade cardiovascular, diretamente relacionada à hipertensão arterial, ultimamente vem sendo associada à obesidade como um fator de risco independente.
Após este estudo considera-se que a hipertensão arterial é um elo entre a obesidade e as doenças cardiovasculares.
Um trabalho de fisioterapia bem feito, tanto no pré como no pós operatório, poderá significar a diferença entre um resultado de tratamento mal sucedido para um bem sucedido, até por que o paciente obeso tem diminuição da amplitude de movimento, problemas na coluna, nas articulações, dependendo do caso de obesidade se tiver uma imobilidade com muito tempo tem-se uma diminuição da força muscular, osteoporose, entre outras delimitações que a fisioterapia pode estar atuando seja no domicílio do paciente, no pré-operatório durante a operação coma fisioterapia respiratória e no pós-operatório também.
O paciente obeso pode ser tratado de maneira agressiva desde que não haja contra-indicações e o mesmo esteja sendo monitorado. Devem ser mobilizados de maneira agressiva, podendo ser realizados tantos exercícios globais quanto de arco de movimento. Os exercícios de arco de movimento ativo e ativo-assistido de extremidades superiores estão associados ao aumento do estresse hemodinâmico, logo o paciente deve ser bem monitorado. Exercícios para os membros inferiores como pedalar, flexão de quadril e joelho e extensão podem ajudar a posicionar e melhorar o trabalho do diafragma e vão aumentar o retorno venoso, porém na maioria das vezes é necessário realizar estes exercícios com monitoração para que o trabalho miocáridco não sofra aumentos excessivos.
A posição ereta tem muitos benefícios pulmonares, porém também é excelente para reduzir a compressão do coração e das estruturas mediastinais, além de reduzir o volume de ejeção, logo o débito cardíaco. O peso das paredes torácicas, além do peso dos depósitos internos de gordura dentro e ao redor da unidade cardiopulmonar pode comprometer o débito cardíaco e contribuir para arritmias. Vale lembrar que qualquer posição em declínio vai minimizar os benefícios da posição ereta e levar a deterioração, no entanto a posição semiprona simula a posição ereta e Tb é benéfica ao paciente obeso, a qual também simula a posição prona com abdome livre, mas temos de ficar atentos porque a posição totalmente prona com abdome restrito pode levar a uma parada cardíaca, pois compromete o diafragma e contribui para estrese ao sistema cardiopulmonar. A melhor posição para repouso é com a cabeceira do leito elevada.

ESPONDILITE ANQUILOSANTE X FISIOTERAPIA.

A Espondilite Anquilosante é uma doença reumática de causa etiológica, que afeta os tecidos conectivos causando inflamação nas articulações, deformidades oeteomusculares evidentes na coluna vertebral provocando uma rigidez articular.A calcificação dos ligamentos longitudinais anteriores e posteriores determinam total soldadura formando “Coluna em Bambu” nota-se uma grande perda de lordose fisiológica caracterizada pela retificação da lordose lombar, acentuação da cifose dorsal e retificação da lordose cervical.
Entre os sintomas nota-se dor, dormência, fadiga, perda do apetite, consequentemente perda de peso e anemia.
O diagnóstico costuma ser lento devido ao quadro patologico ser muitas vezes confundido por excesso de esforço físico no trabalho ou em exercícios, hérnia de disco, distensões, entorses, osteoartrose, entre outras.
O tratamento fisioterapêutico consiste em analgesia e diminuição da rigidez através de alongamento e técnicas de correção postural, prevenção de deformidades, fortalecimento muscular, sessões de eletroanalgesia e a termoterapia, , aconselha-se hidroterapia e massoterapia para relaxamento.Para reabilitação do aparelho respiratório empregam-se exercícios respiratórios, que visam à conservação ou aumento da expansibilidade torácica.

EFICÁCIA DO ULTRA-SOM TERAPÊUTICO EM UMA PACIENTE DE 24 ANOS, PORTADORA DE TENDINITE DE PUNHO: UM ESTUDO DE CASO.

Esta pesquisa teve como objetivo testar a eficácia do ultra-som terapêutico para a tendinite de punho, esta que é uma doença ocupacional resultante da inflamação de um tendão que surge usualmente através do excesso de repetições de um mesmo movimento (LER - Lesão por Esforço Repetitivo), provocando dores muito fortes podendo resultar em incapacidade física. Os sintomas de aviso incluem sensação de dormência nos dedos, mãos frias e dificuldade de realizar tarefas simples como apertar um botão.
Para o presente estudo foi utilizado o ultra-som terapêutico, aparelho comumente utilizado pelos fisioterapeutas para o tratamento de distúrbios do sistema músculo-esquelético, por ser uma modalidade de penetração profunda.
Para realização da pesquisa foi de extrema importância a colaboração da paciente D.C.S.O., sexo feminino, 24 anos, residente na cidade de Itabuna-Ba, esta, até o momento não havia realizado nenhum tipo de tratamento específico para a patologia em questão, além do levantamento bibliográfico através de livros e artigos.
O tratamento foi realizado com sessões diárias de 04 minutos durante 05 dias, com auxílio do questionário de BOSTON que foi respondido pela paciente no momento da avaliação inicial.
Após o tratamento citado anteriormente, a paciente D.C.S.O. relatou que houve alívio da dor no local, este foi um dos sintomas citados que mais incomodava a paciente, além de outros objetivos adquiridos.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

ATENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DOS IDOSOS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA.

O envelhecimento é um processo de diminuição gradativa de funções, que se inicia em torno dos 30 anos de idade, sendo agravados por doenças conhecidas como crônico-degenerativas. O objetivo desta pesquisa é avaliar se é possível melhorar a sua qualidade de vida através de técnicas fisioterapêuticas. A metodologia utilizada foi através de artigos encontrados na base de dados BIREME, onde foram selecionados nove textos completos, usando as seguintes palavras-chave: idoso, fisioterapia e envelhecimento. A busca se limitou aos artigos escritos em português. As doenças cardiovasculares mais incidentes em idosos são: insuficiência cardíaca congestiva, doença coronariana, cardiomiopatia hipertrófica, doença valvar (Estenose aórtica e valvopatia mitral); arritmias supraventriculares e ventriculares, hipertensão arterial sistêmica. A fisioterapia nestes pacientes resultará em uma manutenção e melhoria na qualidade de vida diária, recomendando exercícios cíclicos. A partir dos 40 anos já podem ser observadas algumas alterações posturais que podem ser tratadas através de técnicas analgésicas e de relaxamento muscular. A terapia manual é feita através da mobilização de articulações comprometidas e de exercícios de fortalecimento para musculatura distendida e alongamento para musculatura encurtada. O sistema respiratório também é afetado pelo envelhecimento, as alterações ocorridas levam a uma diminuição da função ventilatória. As técnicas fisioterapêuticas indicadas são drenagem postural, treinamento muscular diafragmático, técnicas de higiene brônquica, vibrocompressão, visando à melhora da ventilação pulmonar. O envelhecimento produz alterações no sistema nervoso que resultam em alterações funcionais, causando problemas como delírio, demência e perda severa de memória que podem ser o resultado de distúrbios degenerativos do cérebro, como a doença de Alzheimer e Parkinson. Para aumentar o movimento, é necessário uma redução na rigidez mediante relaxamento, que também irá diminuir os tremores, a ansiedade, o esforço e o estresse. Diversas técnicas e abordagens de exercícios específicos se mostram efetivos no tratamento neurológico incluindo facilitação neuromuscular proprioceptiva (PNF), neurodesenvolvimento de Bobath (NDT) e atividades rítmicas que podem ser associadas à hidroterapia, estimulação elétrica funcional (FES) e cinesioterapia. Na terceira idade, as funções da pele tornam-se frágil, sujeitas à agressão de fatores extrínsecos, por isso o profissional deverá ter alguns cuidados durante o tratamento, como ter atenção à temperatura da água, e aos aparelhos termoterápicos; evitar qualquer tipo de cisalhamento ou atrito contínuo entre a pele, colchão e objetos; em casos de escaras ou úlceras de decúbito deve-se ter o máximo de higiene e limpeza do local; ter cautela com a utilização de gel ou pomadas com princípios ativos. Este trabalho foi idealizado para reunir as principais alterações fisiológicas do idoso abordando a atenção fisioterapêutica na terceira idade para melhorar a qualidade de vida através de uma revisão sistemática.

Autora: Evellyn Costa de Oliveira
Contato: vinhamaresol@hotmail.com

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Atenção Fisioterapêutica em Pacientes Portadores de Mucopolissacaridose do Tipo IIIA: Uma Revisão Sistemática.

A Mucopolissacaridose do Tipo III A (MPS IIIA) é uma doença rara de armazenamento de mucopolissacarídeos, que acomete cerca de 01 criança à cada 40.000 novos nascimentos, caracteriza-se pela ausência da enzima N-acetil-a-D-glucosaminidase e excreção de sulfato de heparan na urina e pertence ao ainda maior grupo de doenças intitulado "Erros Inatos do Metabolismo", com características de retardo do desenvolvimento intelectual a partir de idade de 1 à 3 anos devido a degeneração do SNC, seguido de atraso do desenvolvimento psicomotor, amplitude de movimento limitada, mãos com restrições e deformidades articulares, disfunção motora inclusive em relação à marcha com pés largos e rígidos, problemas com relação ao sono, à fala e ao comportamento. Esta pesquisa tem como objetivo avaliar se a conduta fisioterapêutica realmente produz melhora da qualidade de vida através de técnicas de fisioterapia convencional, como a terapia manual que ajuda no relaxamento da musculatura, prevenindo complicações motoras e respiratórias, além da equoterapia que apresenta um arsenal riquíssimo de benefícios físicos, psicológicos e sociais, como a melhora no equilíbrio e na postura, a coordenação motora geral e fina, a adequação do tônus muscular, a dissociação de movimentos, a consciência corporal, as melhorias na respiração e circulação, os ganhos obtidos nas atividades da vida diária, dentre outros, conforme levantamento bibliográfico através de artigos utilizando como termo de procura Mucopolysaccharidoses e Mucopolissacaridose, que foram avaliados independentemente por quatro pesquisadores conforme os critérios de inclusão: (1) tipo de MPS, (2) intervenção (fisioterapêutica), (3) idioma, que foram consultadas na base de dados eletrônicas (National MPS Society, Science Daily, Genzyme do Brasil, LILACS). O acompanhamento de um profissional fisioterapeuta fará com que o paciente alcance resultados em tempo hábil como otimização do alinhamento postural e dos movimentos do corpo, diminuição da rigidez articular, analgesia, estabilização da amplitude de movimento, mobilidade e nutrição articular, melhora respiratória devido a melhora na função pulmonar e melhor desempenho das funções fisiológicas em geral. Este trabalho foi idealizado para reunir informações da MPS IIIA fundamentando a atenção fisioterapêutica na melhora da qualidade de vida dos pacientes com a preocupação de abordar técnicas e resultados específicos de forma clara e evidente através de uma revisão sistemática.

Autora: Evellyn Costa de Oliveira
Contato: vinhamaresol@hotmail.com

Atenção Fisioterapêutica em Pacientes Portadores de Mucopolissacaridose do Tipo IIIA: Uma Revisão Sistemática.

A Mucopolissacaridose do Tipo III A (MPS IIIA) é uma doença rara de armazenamento de mucopolissacarídeos, que acomete cerca de 01 criança à cada 40.000 novos nascimentos, caracteriza-se pela ausência da enzima N-acetil-a-D-glucosaminidase e excreção de sulfato de heparan na urina e pertence ao ainda maior grupo de doenças intitulado "Erros Inatos do Metabolismo", com características de retardo do desenvolvimento intelectual a partir de idade de 1 à 3 anos devido a degeneração do SNC, seguido de atraso do desenvolvimento psicomotor, amplitude de movimento limitada, mãos com restrições e deformidades articulares, disfunção motora inclusive em relação à marcha com pés largos e rígidos, problemas com relação ao sono, à fala e ao comportamento. Esta pesquisa tem como objetivo avaliar se a conduta fisioterapêutica realmente produz melhora da qualidade de vida através de técnicas de fisioterapia convencional, como a terapia manual que ajuda no relaxamento da musculatura, prevenindo complicações motoras e respiratórias, além da equoterapia que apresenta um arsenal riquíssimo de benefícios físicos, psicológicos e sociais, como a melhora no equilíbrio e na postura, a coordenação motora geral e fina, a adequação do tônus muscular, a dissociação de movimentos, a consciência corporal, as melhorias na respiração e circulação, os ganhos obtidos nas atividades da vida diária, dentre outros, conforme levantamento bibliográfico através de artigos utilizando como termo de procura Mucopolysaccharidoses e Mucopolissacaridose, que foram avaliados independentemente por quatro pesquisadores conforme os critérios de inclusão: (1) tipo de MPS, (2) intervenção (fisioterapêutica), (3) idioma, que foram consultadas na base de dados eletrônicas (National MPS Society, Science Daily, Genzyme do Brasil, LILACS). O acompanhamento de um profissional fisioterapeuta fará com que o paciente alcance resultados em tempo hábil como otimização do alinhamento postural e dos movimentos do corpo, diminuição da rigidez articular, analgesia, estabilização da amplitude de movimento, mobilidade e nutrição articular, melhora respiratória devido a melhora na função pulmonar e melhor desempenho das funções fisiológicas em geral. Este trabalho foi idealizado para reunir informações da MPS IIIA fundamentando a atenção fisioterapêutica na melhora da qualidade de vida dos pacientes com a preocupação de abordar técnicas e resultados específicos de forma clara e evidente através de uma revisão sistemática.